A pulverização intra-domiciliária deverá cobrir 142 000 habitantes do distrito municipal KaMavota, o que corresponde a um total de 28 584 domicílios, num processo iniciado há sensivelmente uma semana.

Paralelamente, a pulverização está em fase conclusiva nos distritos municipais KaMaxakeni e Nhlamankulu, onde já se atingiu níveis de cobertura de 90 por cento e 80 por cento, respectivamente.

As chuvas fortes, em meados de Fevereiro, levaram a suspensão temporária da pulverização.

A vereadora de Saúde e Acção Social do município de Maputo, Yolanda Manuel, explicou que com as chuvas a humidade das residências torna difícil a aderência e consistência dos insecticidas que combatem o mosquito causador da malária.

Em bairros como Mafalala, algumas casas de madeira e zinco ficaram de fora, por conta do efeito corrosivo provocado pelo insecticida nas chapas que servem de cobertura das residências. Na próxima semana, os trabalhos deverão iniciar no distrito municipal KaMubukwana.

A meta para a cidade de Maputo é abranger pelo menos um milhão de habitantes, agrupados em mais de 212 mil agregados familiares, com o suporte de 600 ruciadores.

Com vista a garantir o máximo de cobertura, as residências que ficaram de fora serão alvo de uma pulverização de recuperação no final da jornada.

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