Até ao fim da tarde de segunda-feira mais de 50 talhões já haviam sido parcelados numa área de cerca de 60 hectares, que se pensa que deverá ser ocupada pelas 312 famílias.

Ivete Maibasse, directora Nacional do Ambiente no Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, disse que ao longo desta semana o processo poderá estar concluído para dar lugar à abertura das ruas e se arrancar com a construção de habitações.

“Estamos a trabalhar de modo que, rapidamente, as famílias sejam retiradas dos centros de acomodação para voltarem à sua vida normal. Não queremos que as famílias permaneçam longo tempo nos centros”, disse.

Precisou que foi activado mais um centro de acomodação no bairro do Albasine, onde foram acomodadas cerca de 45 famílias que, não tendo sido directamente afectadas, podem ser as próximas vítimas, se continuarem no local.

Enquanto isso, segundo a fonte, na lixeira de Hulene terminou o processo de demolição das casas que estavam nas imediações e arranca hoje o processo de vedação da área. Dentro de dias, conforme Maibasse, vai iniciar a construção de infra-estruturas como valas de drenagem.

(Sapo)

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