O Museu de Arqueologia da Universidade Eduardo Mondlane, UEM, inaugurado esta terça-feira, na cidade de Maputo, quer ser um espaço onde se expõe testemunhos materiais da história de Moçambique, da região e do mundo.

Localizado no campus principal desta que é a maior e mais antiga instituição de ensino superior no país, esta infra-estrutura foi adaptada para albergar o museu que já tem várias peças que constituem objecto de pesquisas realizadas por académicos moçambicanos, representantes de diferentes instituições, e estrangeiros.

O conjunto de artefactos exibidos é resultante de pesquisas arqueológicas realizadas em território nacional, desde o período colonial até aos dias hoje. A ideia é que o museu seja um local onde é contada a história do Homem.

Segundo o reitor da UEM, Orlando Quilambo, o espaço tem como missão disponibilizar uma parte da memória colectiva do país e do mundo para os visitantes, a comunidade universitária e não só.

“Almejamos que o Museu de Arqueologia se mantenha por muito tempo, sendo um local de eleição de turismo cultural, académico e de lazer para qualquer um que visite o nosso país”, disse.

Quilambo disse que o local vai contribuir para a valorização e exaltação da memória do povo moçambicano. Incentivou outras unidades da universidade que dirige para criarem os seus museus, mesmo que sejam para a preservação da história da unidade, do curso ou mesmo do edifício.

Hilário Madiquida, chefe do Departamento de Antropologia e Arqueologia da UEM, disse que espera que a longo prazo o museu recém-inaugurado seja transladado para um local mais amplo. Referiu que há muito que a universidade e o país precisavam do local.

(RM)

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