O Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, inaugurou, esta segunda-feira, Estação de Telefonia Móvel Celular de Vundiça, no distrito de Moamba.

A cerimónia de inauguração da Estação contou com a presença do governador da Província de Maputo, Raimundo Diomba, as presidentes dos Conselhos de Administração do INCM e da Movitel, Ema Chicoco e Safura da Conceição, respectivamente, e demais convidados.

A construção desta estação de telefonia móvel celular realizou-se à luz de um contrato celebrado entre o Fundo de Serviço de Acesso Universal e a operadora MOVITEL, resultante de um concurso público.

Das 30 estações previstas, 22 foram concluídas, sendo uma delas, a que foi inaugurada, duas encontram-se em fase de conclusão e serão entregues ainda este mês. As últimas seis serão entregues em Janeiro próximo.

A estação em apreço representa uma mudança estrutural na maneira de viver da população da localidade de Vundiça, dado que antes, ela se encontrava privada dos serviços das telecomunicações e é fruto da visão do Governo de promover o Acesso Universal nas componentes de Voz, Dados e Internet em benefício da comunidade.

O Projecto de Acesso Universal – Fase IV para a expansão da rede de telefonia para 30 novas localidades está avaliado em cerca de 432 milhões de meticais. Recorde-se que o lançamento da primeira pedra deste projecto teve lugar a 1 de Setembro do corrente.

O Acesso Universal, previsto na Lei e na Estratégia das Telecomunicações, consiste no cumprimento da obrigação específica inerente à penetração de serviços de telecomunicações básicas de uso público, incluindo os serviços avançados de telecomunicações, a preços acessíveis, visando a satisfação de necessidades de comunicação das comunidades rurais e das actividades económicas e sociais no País, através do Fundo do Serviço de Acesso Universal.

O Governo, através do INCM, concebe projectos concretos para o acesso universal visando, de entre vários os seguintes objectivos: instalar sistemas de telecomunicações em áreas geográficas em que a sua operação não seja economicamente viável, a fim de atingir um nível maior de penetração em todas as comunidades rurais; melhorar a acessibilidade do público aos serviços de telecomunicações em todo o território nacional através de telecentros e outros modos de acesso; disponibilizar os serviços de telecomunicações aos utentes portadores de deficiências físicas ou outras necessidades especiais.

(RM)

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