No âmbito da primeira edição do Festival Standard Bank Acácia Jazz, o banco promoveu diversas actividades culturais, com destaque para a interacção entre os músicos do festival e estudantes universitários, bem como a exposição artística no local do espectáculo.

O Standard Bank promoveu um workshop interactivo entre os artistas de cartaz do espectáculo e os estudantes da Escola de Comunicação e Artes, ECA, uma unidade orgânica da Universidade Eduardo Mondlane.

Neste evento, os estudantes interagiram abertamente com Jimmy Dludlu, Judith Sephuma e Oliver Mtukudzi, tendo-se abordado a carreira destes artistas e os segredos para um músico tornar-se bem-sucedido nesta área cultural.

Comentando a respeito desta iniciativa, o director da ECA, João Miguel, avançou que se tratou de um grande e importante momento de interacção entre os músicos e os estudantes, no qual para além de terem colhido experiências, os discentes perceberam que, para terem sucesso na vida artística, precisam de trabalhar e estudar bastante.

Fazendo o balanço do workshop, o director da ECA referiu que o mesmo foi bastante positivo, aproveitando a ocasião para agradecer ao Standard Bank “por esta oportunidade que nos deu de interagir com músicos de gabarito internacional, como são os casos de Jimmy Dludlu, Judith Sephuma e Oliver Mtukudzi.

Comentando igualmente sobre esta iniciativa, Jimmy Dludlu também agradeceu ao Standard Bank e à ECA “por nos terem dado esta oportunidade de interagir com os estudantes”.

Todavia destacou a actuação, ainda no workshop, da Banda Kanyissa Queens, composta por mulheres estudantes da ECA, que na ocasião interpretou músicas de Oliver Mtukudzi e de Judith Sephuma.

“Elas trabalharam bastante para a apresentação que fizeram, o que reforça a minha ideia de que é sempre importante apoiar a nova geração na área da cultura, porque são os futuros embaixadores desta área”, manifestou.

“Se nós começarmos desde o ensino básico a dar educação musical, para depois fortificar no ensino superior, o nosso País estará em boa posição em termos de promoção do turismo e da cultura moçambicana a nível mundial”, finalizou Jimmy Dludlu.

Numa outra sub-vertente do festival, o Standard Bank apoiou a exposição do artista plástico Bernardo Carrula, conhecido por Tomo, evento que decorreu na parte externa do local do espectáculo. Como resultado, o vencedor do 1º e do 2º prémio Bienal da TDM, em 1999 e 2001, bem como do 2º prémio anual da MUSART em 2011, vendeu, durante o festival, um total de seis obras da sua autoria.

Ainda no quadro do apoio às manifestações culturais, o Standard Bank deu oportunidade à poetisa Arira Abacar Mussa para declamar um poema dedicado à cidade de Maputo, acto que antecedeu a actuação da Banda Kakana na 1ª edição do Festival Standard Bank Acácia Jazz.

(RM-ECA)

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