Sessenta e cinco mil unidades de sangue foram colectadas, em todo o país, durante o primeiro semetre deste ano.
A Directora Nacional Adjunta do Serviço Nacional de Sangue, Dina Ibrahimo, disse que o número está abaixo das quantidades de sangue necessárias nas unidades sanitárias do país.
A recomendação da Organização Mundial da Saúde é que pelo menos dois por cento da população de cada país doe sangue para salvar vidas e, no caso de Moçambique, o número de pessoas que devia doar sangue é de cerca de quatrocentas mil.
Em 2016, o Serviço Nacional de Sangue colheu perto de cento e trinta e uma mil unidades e mais da metade foi resultado de doações de familiares dos pacientes, vulgo repositores.
Nas doações voluntárias, a contribuição é maioritariamente feita por estudantes e crentes de algumas igrejas.
Segundo o Presidente da Associação dos Dadores de Sangue de Moçambique, Sérgio Macheque, a legislação sobre os direitos do dador de sangue deve ser revista, para garantir melhor assistência a este grupo de pessoas.

(RM)

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