A Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) retirou do mercado nacional cinco toneladas de açúcar que estava a ser comercializado sem a devida rotulagem na província e cidade de Maputo, sul de Moçambique.

“Encontrámos açúcar sem rotulagem no distrito da Moamba e na cidade de Maputo. O produto foi cativado e levado ao laboratório para análises de modo a se verificar o seu estado. Por sua vez, os testes confirmaram que o mesmo não está em condições para ser consumido’, disse a porta-voz da INAE, Virgínia Muianga, acrescentando que a operação foi possível graças a uma denúncia anônima.

Falando hoje durante o informe quinzenal das actividades do INAE, Muianga explicou que o produto foi encontrado em cinco estabelecimentos, pelo que os trabalhos vão continuar de modo a garantir a retirada por completo deste no mercado.

“Na província de Maputo, foi identificado um estabelecimento que comercializava este produto, e na cidade foram quatro. Na sequência, visitámos a fábrica de Xinavane para entendermos os procedimentos de rotulagem do produto, e a direcção nacional do açúcar, órgão que tutela a produção deste alimento no país”, acrescentou.

Ainda sobre as intervenções referentes aos últimos 15 dias, Virgínia Muianga revelou que a INAE iniciou o controlo das piscinas e ginásios, com o objectivo de verificar se estes cumprem com as normas para o exercício da actividade.

“Foram visitados a nível do país 26 piscinas e 47 ginásios e nesses locais constatamos que existem estabelecimentos autorizados e não autorizados. Nos ginásios encontrámos treinadores sem formação e nas piscinas recolhemos as águas para serem analisadas no laboratório para ter certeza que as mesmas estão em condições”, disse.

A fonte explicou que nesta fase não foi aplicada nenhuma multa, tanto para os ginásios como para as piscinas que apresentaram irregularidades “É um trabalho ainda pedagógico, só informámos sobre a necessidade de se pautar pela observância das normas”, afirmou.

Neste período, a INAE fiscalizou 466 estabelecimentos, tendo multado oito, o que culminou com o pagamento de 673.935.00 meticais. Foram ainda destruídos produtos fora do prazo de validade estimados em 124.642.00 meticais (um dólar americano equivale a 61 meticais).
(AIM)

 

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