O Instituto Industrial e de Computação Armando Emílio Guebuza (IICAEG), localizado no distrito de Boane, província de Maputo, Sul de Moçambique, graduou hoje 113 técnicos médios de diferentes cursos de ensino profissional.

Trata-se de estudantes que cursaram comunicação, contabilidade e auditoria, gestão, hotelaria e turismo, e manutenção industrial eléctrica e mecânica.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional, Jorge Nhambiu, disse que o Governo está apostado em criar cursos que assegurem maior empregabilidade no mercado de trabalho.

Assegurou que maior parte dos graduados não terá dificuldades de aceder ao emprego, dada a sua componente do saber fazer adquirida durante a formação.

Segundo Nhambiu, alguns dos graduados já foram absorvidos pelo mercado de emprego.

“Estamos convictos que o sector produtivo beneficiará de capital humano detentor de conhecimentos, habilidades e competências técnico-profissionais que possibilitem a sua rápida integração no mercado de trabalho”, disse.

Acrescentou que o Governo está a restaurar a formação profissional, visando estabelecer um sistema de educação orientado `a demanda laboral.

Por sua vez, Lorena Diamantino observou, em representação dos graduados, que o mais importante não é receber os certificados, mas sim colocar em prática os conhecimentos adquiridos.

A fonte descreveu o momento como sendo de muitas dúvidas quanto ao futuro, tendo em conta a actual dinâmica do mercado de emprego. “Recebemos certificados, mas não basta. É necessário colocarmos em prática os nossos conhecimentos para ajudar o país a desenvolver”.

Esta é a sexta cerimónia de graduação do IICAEG que iniciou as suas actividades em 2007, como resultado de acordo com a Fábrica de Fundição de Alumínio (MOZAL).

Por outro lado, os técnicos-médios graduados pelo Instituto Industrial e de Computação Armando Emílio Guebuza (IICAEG) afirmam que não ficarão à espera do governo como principal fonte de emprego.

Segundo eles, em Moçambique prevalecem dificuldades na absorção de recém – graduados pelo mercado laboral.

“Não vamos esperar pelo emprego disponibilizado pelo Governo. Sabemos que o mercado do emprego não está fácil. Vamos fazer algo apesar de a caminhada ser longa”, disse Maria Fernanda, graduada em contabilidade e auditoria.

Ela manifestou interesse em explorar a área de abastecimento de água em Mulotane, distrito de Boane, província de Maputo, onde se faz sentir a escassez do precioso líquido.

Ivandro M., formado em comunicação aposta em atitudes proactivas para gerar mudanças sociais que estimulem o empreendedorismo.

“Meu plano visa influenciar positivamente o empreendedorismo para que a sociedade crie, por si mesma, oportunidades de emprego ou trabalho”, disse.

“O mais importante não é receber os certificados, mas sim colocar em prática os conhecimentos adquiridos para ajudar o país a desenvolver”, disse, por seu turno, Lorena Diamantino, representante dos graduados.

 

(AIM)

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